Riscos De Uma Falha De Investidura

Riscos De Uma Falha De Investidura 1

Riscos De Uma Falha De Investidura

A política espanhola segue um caminho calculado há um pouco mais de dois anos, no momento em que o usual “bipartidarismo” começou a ser substituído por um novinho em folha “multipartidismo”. A dispersão do voto própria nesse novo cenário, erige uma barreira intransponível para que alguma das formações políticas comece no Congresso dos Deputados da maioria absoluta -175 lugares – necessária para governar sozinho. Diante dos problemas pra elaborar uma coalizão, tal de investidura, como governo, não faltam as vozes que reclamam uma crescente vigor de negociação, em especial entre o PSOE e Unidas – Podemos, formação de esquerda liderada por Paulo Igrejas.

Por outro lado, em um diálogo televisivo, os ex-presidentes Felipe González e José Maria Aznar, concordaram em fazer uma reclamação pra alcançar entendimentos eficazes entre os grupos políticos pertinentes. “Os blocos não procuram o centro -citou o líder do PSOE – porém o antagonismo”.

, por tua vez, o líder do PP sublinha que a “perda de centralidade é um dificuldade muito perigoso”. Em concordância com essas apreciações, de acordo com uma procura do Centro de Pesquisas Sociológicas, apenas 20,2% prefere que o PSOE governe sozinho, com apoios pontuais de outros partidos.

As sessões pra falar e votar a posse de Pedro Sánchez serão abertos com posições duras. Os partidos de centro-direita, o Partido Popular (PP) e Cidadãos, reiteraram que votarão contra. O líder da criação Unidas – Podemos insinua um possível feedback negativo no caso de que o PSOE não aceite formar uma coalizão de governo com cargos no gabinete ministerial.

Por último, os partidos regionais se mantêm à espera de que façam os outros. Para obter a investidura, Sánchez necessita somar os votos de seu partido dos Unidas – Podemos e de alguns partidos regionais. Se a investidura falha, a única opção será dissolver a legislatura e convocar outras eleições.

Nos demos conta de que não havia governo no momento em que foi nomeado um Governo e gerou tanta probabilidade. A emoção era de carência de governo. Sentíamos que tinha um administrador. Nós estávamos numa ocorrência de bloqueio que levou o país a uma resignação tal que se pensava que a única alternativa ao administrador era o filho do administrador. Rajoy era incapaz de transportar adiante nenhum programa político. Seu único mérito era preservar a obra da legislatura 2011-2015, não fazer mais nada e tornar improvável que se pudesse reformar nada.

  • 6 de fevereiro: Coronel Gastão de Orleans Regimento de Cavalaria n.º 19.[17]
  • 2 Reformas educacionais
  • Díaz Regañón, J. M.: Os trágicos gregos em Portugal, Lisboa, 1956
  • um Espécies vegetais e animais
  • quarenta e sete Reforma, de cinco de julho, 2010, p. Um
  • 2 Relação com o marketing multinível

Mas a corrupção estava lá. E Cidadãos parasitaba ao PP em teu espaço eleitoral. Rajoy estava em uma operação de retirada. Isso eu vejo em que não se demite. Rajoy teve a oportunidade de evitar um governo socialista, demitindo-se. Não o fez. E tirou o álibi de que ninguém lhe garantia a posse.

Mas não o fez visto que o PP não estava em condições de assumir mais desgaste, nem de enfrentar as eleições. Só podia fazer um restabelecimento, o mais ordenado possível, proceder à sucessão, gerar uma liderança nova, reformular o projeto e fazer frente a sua principal ameaça, que é Local. Sánchez e o PSOE saltaram quase da insignificância ao Governo.