Por Que Os Chineses Gostam De Investir Em Portugal

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Por Que Os Chineses Gostam De Investir Em Portugal

Os tentáculos do gigante chinês se estendem por todo o mundo. Antes copiavam. Prontamente compram tecnologia. Organizações do gigante asiático, como Wanda, Fosun, Brighy Food ou HNA têm vindo, nos últimos meses, a Espanha pra ficar. O investimento da china superou o ano passado, mais de 600 milhões de euros, de acordo com um relatório da Esade. No total, operam em Portugal por volta de 75 grandes grupos chineses.

Novas como Hawei, ZTE, Lenovo, Haier, Cosco, ou Air China foram implantando-se pouco a insuficiente. A isso se soma que os 2 grandes bancos chineses ICBC e China Construction Bank abriram escritório em Madrid e Barcelona, respectivamente, para acompanhá-los na sua aventura exterior. Os setores preferidos em Portugal para os investidores chineses são o imobiliário, o hoteleiro e o agro-alimentar. Mostra disso é que o grupo HNA controla o 29,5% da cadeia de hotéis NH Hotels, ou que Miquel alimentação exte foi adquirido por Bright Foods por 110 milhões.

Mas há mais. O gigante chinês Fosun comprou 20% do grupo-comércio de Osborne. Mesmo que o investidor mais carismático dos últimos meses vem sendo o magnata Wang Jianlin. A começar por sua nação Wanda fez com o 20% do Atlético de Madrid, e um dos edifícios mais emblemáticos de Madrid, pela Plaza de Espanha. Assim como, pouco tempo atrás, o grupo vinícola chinês Changyu Pionner Wine ficou com 75% do grupo familiar, Marquês de Átrio, uma das cinco grandes vinícolas de la rioja.

Desde há alguns meses, Portugal está entre os países prioritários. Em Portugal, ainda não entraram em sectores como o carro ou o bancário. No entanto não demorará muito. Em outros países se têm atrevido. Na Itália compraram 35% da organização elétrica Cassa Depositi e Construir Resti por cota da State Grid. Assim como o grupo Fosun foi feito com 80% de escola financeira portuguesa Caixa Geral ou a organização de veículos Dingfeng revirou os olhos e a francesa Peugeot. Pela posição de Casaburi, o investidor chinês gosta de Espanha, por “o clima positivo em termos de recursos humanos e qualidade das infra-estruturas, de forma especial, dos portos e aeroportos; no entanto detesta a burocracia e carga fiscal”. No lado afirmativo da balança, adiciona a especialista, figura “a competitividade das empresas locais.”

Há quem organiza os alimentos por cores, tamanhos ou origem, pois estamos diante de uma pessoa que precisa de ordem e a limpeza pra viver equilibrado. No trabalho são pessoas organizadas, entretanto pouco término de constatações diante de ocorrências imprevisíveis e stressantes. Os aventureiros adoram testar alimentos e pratos novos. São pessoas que não se cansar, arriscadas e comunicativas, que costumam satisfazer a o mundo todo, nos antípodas dos isolados. Neste caso, trata-se de indivíduos que a toda a hora comem o mesmo, um alimento, um depois de outro, sem mesclar.

bem como Não coincidem com os isolados aqueles que gostam de combinar a comida. Tudo com tudo, sem hesitação. Trata-Se de pessoas fortes, amigáveis e responsáveis, mesmo que o trabalho lhes falte sentido prático para saber priorizar. Os que sorvem e mastigam com a boca aberta e fazendo estrondo também denotam uma personalidade.

neste caso, trata-se de pessoas despreocupadas, em que não importa o que os outros possam reflexionar delas. Perfis francos e diretos que não é sempre que agradam a o mundo todo. O planejador não aprecia contratempos e a mesa é o tipo que diminui e prepara os alimentos antes de começar a comer.

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Costuma viver no futuro, custa-lhe estar no aqui e neste instante e desfrutar. Enfim, portugal tem que saber de tudo sobre o que se vai transportar a boca. Cresce na sua zona de conforto e não costuma arriscar, todavia isso não o impossibilita de ser estimulado.

Diário 16 não saiu para a rua até a mensagem televisiva do rei, naquela mesma noite. 1980, como líder da imprensa espanhola. O prestígio do Povo tem contribuído para seu exigente efeito das normas jornalísticas e o evento de que ele foi o primeiro jornal de Portugal em definir as normas internas de controle de propriedade. Também, foi o primeiro jornal português em construir a figura do “Provedor do leitor” (equivalente ao Press Ombudsman anglo-saxão) e fazer e publicar um Livro de tipo que ficou fonte no mundo do jornalismo. O país bem como estabeleceu abundantes acordos de colaboração com outros jornais europeus de linha social-democrata.

Dessa maneira, em 1989, O país participou da fabricação de uma rede para a partilha de recursos informativos com La Repubblica (Itália) e Le Monde (França). Desde outubro de 2001 adiciona um suplemento de A nação em inglês e a versão em espanhol do International Herald Tribune. No começo da década de 1990, O país teve que enfrentar uma nova situação política e jornalística.